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Sons of Winter


[RP Flashback] The beauty of Leal Island

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[RP Flashback] The beauty of Leal Island Empty [RP Flashback] The beauty of Leal Island

Mensagem por Hades Yronwood em Sab 13 Jul - 20:38:39

The beauty of Leal Island
A RP se passa no castelo sede da casa Farman, Casteloleal, localizado em Ilha Leal. O viúvo, lorde Hades Yronwood, se deslocou de Paloferro, em Dorne, numa longa e exaustiva viagem até as Terras Ocidentais, de modo que pudesse conhecer a filha de lorde Farman. Jovem com quem firmou compromisso recentemente, através de um enlace político entre suas casas.

As únicas interações permitidas são entre @Hades Yronwood & @Esmesande Farman.


Hades Yronwood
Hades Yronwood
Dorne

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[RP Flashback] The beauty of Leal Island Empty Re: [RP Flashback] The beauty of Leal Island

Mensagem por Hades Yronwood em Dom 14 Jul - 7:57:06

O viúvo senhor de Paloferro havia se deslocado por metade do continente Westerosi, viajando de Dorne até as Terras Ocidentais somente para conhecer a sua prometida. Um suspiro cansado escapou de seus lábios entreabertos, à medida que a sua única e imponente embarcação, conhecida como “O Sanguerreal” atracava sobre o Porto de Ilha Leal. Hades, então, munido de sua comitiva, deixou a embarcação dornesa e marchou para a sede da casa Farman, Casteloleal. Observando pelo caminho o território que era governado pela família de sua futura esposa, uma terra rica e cheia de vida, muito diferente de Paloferro e suas imediações, que atualmente vinha enfrentando um grande problema com a seca que se alastrava por toda Dorne. O Yronwood apertou as rédeas do corcel branco sob os dedos ríspidos, e seguiu o seu caminho até o castelo Farman. Esperando que a jovem que seria futuramente sua esposa, não fosse tomada pela soberbia e arrogância, devido a sua boa situação de vida naquelas terras. Do contrário seria muito difícil para ambos construírem uma boa relação em seu casamento, assim como no convívio, Hades, no entanto, se encontrava inteiramente preparado para enfrentar toda e qualquer adversidade que surgisse sobre o seu caminho. Afinal, aquele casamento era crucial para o fornecimento de recursos a Paloferro, não se tratava apenas de união entre matrimonial, mas de um tratado político com altas taxas de sucesso e ganhos para o futuro. Meneou a cabeça levemente e suspirou, pondo-se a marchar sobre o quadrúpede até Casteloleal. Onde uma importante figura para o seu futuro o esperava; a jovem Esmesande Farman.

Sob os portões de Casteloleal, Hades foi recebido pelo herdeiro Farman, que pareceu realmente contente por recebe-lo. O Yronwood, naquele momento, se permitiu tirar um pouco a sua máscara de seriedade e esboçar um sorriso para o nobre ocidental. — Embora, tenha sido uma longa e exaustiva viagem, M'lorde. Estou satisfeito por estar sob seus domínios. — Balbuciou o senhor de Paloferro, desempenhando no processo, uma singela mesura para o Farman. À medida que os homens que compunham a sua comitiva, eram muito bem recebidos pelos funcionários a serviço de Ilha Leal. Hades deu algumas instruções para o seu capitão da guarda acerca de seus homens, comportamento, descanso e montarias, antes de seguir o herdeiro Farman sob os corredores de seu confortável castelo. Cujo apesar de demonstrar não ser um grande possuidor de luxos, ainda se mostrava muito rico e acolhedor para os seus visitantes. Especialmente para alguém proeminente de uma terra castigada como Dorne, levando o Yronwood a imaginar que a vida da Farman seria bastante difícil sob Paloferro, que não possuía tanto conforto e riqueza, como sua casa. — Estou ansioso para conhecer vossa irmã, os boatos dizem que ela possui uma grande beleza e simpatia. Tão brilhante e preciosa quanto uma joia ocidental. — Comentou, tentando não parecer indelicado e deixando claro sob a circunstância, o seu principal, ou melhor, talvez único objetivo naquelas terras. Mas, antes, Hades teria de socializar um pouco com os nobres da casa Farman e seus vassalos no salão principal do castelo, comer, beber e conversar futilidades como um nobre ocidental comum. Obviamente, essa situação nunca seria uma escolha em seu roteiro, contudo, tinha um papel a cumprir como visitante sob o conforto e proteção de seus anfitriões.

•••

Horas mais tarde, após ser perfeitamente recebido por seus anfitriões — isso sobre as palavras do velho Farman e também de seu espirituoso herdeiro —, Hades se encontrava sentado sobre uma cadeira a mesa, no salão principal, completamente perdido sob as conversas que surgiam entre os nobres presentes, assuntos casuais sobre política externa e comerciais. Que de nada interessavam um deslocado lorde Yronwood, absorto apenas sob o sabor doce de seu vinho, balançando o cálice e observando o líquido escarlate ondulado sob o recipiente. Levando-o a seus lábios ríspidos, saboreando, quando a sua atenção foi rapidamente atraída para a jovem de madeixas douradas e pele alva que ingressava no salão. — Eis minha irmã, Esmesande, lorde Yronwood. Sua noiva. — Informou o herdeiro Farman, erguendo-se e seguindo até a jovem loira para recepciona-la. À medida que Hades engolia em seco e pousava o cálice sobre a superfície da mesa, pondo-se de pé em seguida. Com os olhos fixos sobre a beldade que se encontrava sob o seu campo de visão. Satisfeito pela mesma realmente parecer uma joia preciosa, como diziam os boatos.
「R」
Hades Yronwood
Hades Yronwood
Dorne

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[RP Flashback] The beauty of Leal Island Empty Re: [RP Flashback] The beauty of Leal Island

Mensagem por Esmesande Farman em Dom 14 Jul - 17:51:06


Won't be silenced
A paz que reinava em seu coração foi posta a prova, assim que um servo avisou, um tanto quanto afobado, que avistara os barcos da comitiva de seu pai se aproximando, as bandeiras com três navios bordados indicavam que o lorde Farman e seu herdeiro retornavam para casa, após serem convocados para uma reunião com os Lannisters. Desde a partira de ambos, Esmesande tomara conta da Ilha Leal, foram por poucos dias, e contra o desejo do senhor seu pai, mas a platinada podia jurar que nascera para governar. Agora, percebeu com desgosto, voltaria a ser silenciada. Mesmo a contragosto, mandou que preparassem um banque para receber os homens Farman, sabendo que ainda levaria um tempo para que vencessem a distância entre o porto de Ilha Leal e o Casteloleal.

Esmesande estava no pátio para recebê-los, tempos depois, após ser avisada, novamente, que a comitiva se aproximava, dessa vez a cavalo. Avistara primeiro o pai, a quem não dedicou um único sorriso, estaria traindo seus sentimentos caso o fizesse. Ao irmão, a quem vira em seguida, dedicou o mais largo dos sorrisos, enquanto, a passos largos, findava a distância que a separava dele, lançando-se assim que estava perto o suficiente, nos braços que já estavam abertos para recebê-la. Dele sim, a nobre sentira falta. Martyn era o mundo para a irmã.

Horas mais tarde, após o banquete que ocorrera no mais profundo silencio inquietante, Esmesande se encontrava em seus aposentos, a curiosidade a corrompia por dentro, gostaria de saber o motivo pelo qual os lordes ocidentais haviam sido convocados para uma reunião com os Lannisters, o pai, sabia bem, não lhe contaria nada, e não tivera oportunidade de conversar a sós com o irmão. Gastando tempo, já que o sono não havia a visitado ainda, a jovem estava sentada em sua penteadeira, o pente de madeira largo desembaraçava as madeiras platinadas, uma característica herdada da parte paterna. Seus movimentos foram interrompidos pouco tempo depois, com a abertura da porta de seu quarto, encontrou, através do espelho, os olhos claros do irmão, embora já soubesse que era ele, ninguém, além dele, entraria sem permissão.

- Alguns dias com os Lannisters, e sua educação lhe abandonou, irmão? – Provocou, enquanto o mais velho atravessava o quarto e tomava o pente de suas mãos, assumindo a missão de domar o cabelo longo.

- Sabe que é algo impossível, sereia, minha educação é inabalável. – O tom de Martyn era sério, mas, pelo espelho, Esme conseguia enxergar o sorriso que brincava no canto dos lábios dele. – Creio que esteja curiosa, e conhecendo-a como conheço, sei que logo mais teria meu quarto invadido pela minha doce irmã, atrás de satisfação para sua curiosidade. Me adiantei, então. – As mãos do Farman substituíram o pente, agora trançava o cabelo. A platinada fechou os olhos, por apenas alguns instantes, apreciando o momento. – Ignoraremos o decreto real. – Demorou alguns segundos até que Esmesande compreendesse o significado por de trás daquelas palavras.

- Nos aliaremos aos nascidos de ferro? – A fala foi dita em um tom evidente de nojo, enquanto a nobre se levantava em um sobressalto.

O irmão explicou, de forma resumida e simplória, a pauta da reunião, deixando Esmesande ainda mais indignada e enojada.

- Estamos falando de traição, irmão. – Como se até pronunciar tais palavras em voz alta fosse traição, a loira sussurrou. – Vão lutar ao lado daqueles que já nos saquearam inúmeras vezes? O que, pelos sete, você e papai tem na cabeça? – Mal podia controlar a vontade de socar o mais velho. – Podem, os dois, terem se esquecido do passado, mas eu não. Prefiro a morte me alias a Ilhas de Ferro.

- Não é como se você tivesse escolha, irmã. Nem eu. – Apenas naquele momento, Esmesande se deu conta da expressão contrariada que tomara conta das feições belas de Martyn. Seu pai, é claro, é quem devia ter tomado a decisão de apoiar os Lannisters.

Foi dificil surpreende-la, após a noticia da traição, com a proxima novidade que Martyn contou a mais nova. Estava prometida a um dornês, e ele já estava em seu navio, a caminho da Ilha Leal para conhecê-la.

[...]


Numa caligrafia invejável, Esmesande terminava de escrever o segundo pergaminho, nenhum dos dois levaria seu selo, preferia manter o anonimato, jurou a si mesma, enquanto escria, que não seria silenciada, nunca mais. Terminava de sela-lo, quanto sua aia adentrou ao seu quarto, havia certo nervosismo estampado em sua face, constatou ao olha-la por sob o ombro.

- Meu futuro marido chegou? – Em sua voz, havia um notável desgosto. Não pelo homem que a despojaria em si, mas pelo fato de sua falta de escolha nas descrições. – Devo me arrumar, então.

Não teve pressa, banhou-se com a ajuda da aia, levando mais tempo do que costumava levar, demorou para escolher o vestido que usaria, optando pelo seu preferido, que nunca havia sido usado, até então. Fez com que a aia fizesse seu cabelo, e o refizesse algumas vezes, deixando, no fim, solto, como preferia.

- Está deslumbrante, m’lady. – Garantiu a aia, ainda que Esmesande não tivesse dúvidas quanto a isso, os deuses a abençoaram neste sentido.

- Antes de ir, gostaria de lhe pedir um favor. – Suspirou, antes de pegar os dois pergaminhos e uma de suas valiosas joias, um colar que valia mais do que o favor que pedia, entregando tudo nas mãos da garota. – Jenna, confio em você, e é por isso que a ti entrego isso, preciso que seja enviado, mas de certo qualquer corvo que eu enviar sem o conhecimento do senhor meu pai será interceptado.

Explicou o que desejava que a serva fizesse, desculpando-se de antemão por estar pedindo aquilo para ela, Jenna era, antes de tudo, uma querida amiga para Esmesande, e era por isso que confiava nela para cumprir o que era pedido. Podia custar a vida de ambos, sabia disso, e certificou-se de que Jenna também entendia.

Após a conversa com a aia, não tardou para a platinada sair de seus aposentos e rumar para onde supor que o pai e o irmão recepcionavam o futuro marido. Não pode deixar de se questionar, enquanto dava fim ao caminho, se conseguiria gostar do lorde dornês. Apenas uma pequena parte de seus pensamentos foram direcionados a ele, não havia processado o fato de que se casaria, em breve provavelmente, o injuriamento pela junção dos ocidentais aos nascidos de ferro sobrepôs qualquer outro sentimento que Esmesande pudesse vir a sentir. Agora, no entanto, podia sentir uma pontada de nervosismo lhe acometer.

Mal percebera que havia alcançado o salão principal, voltando a si apenas ao ouvir a voz do seu amado irmão, que caminhava até ela, tomando sua mão assim que a distancia permitiu, incapaz de não o fazer, Esmesande sorriu para Martyn, antes de varrer, com os olhos verdes, o salão, ignorando, como de costume, a presença paterna, focando as orbes claras no homem desconhecido, que se erguia da cadeira. Sentiu a garganta seca, e apertou os dedos do irmão, mais nervosa que antes. Era real, então, se casaria com um dornês. Não era tão ruim, concluiu, ao analisar o lorde, era bem afeiçoado, apesar de possuir muitos mais anos que ela. Com os ultimos acontecimentos, Esme sentia-se feliz por não estar sendo obrigada a casar com um nascido do ferro, como prova da lealdade de sua casa.

- Lorde Yronwood. - Cumprimentou, assim que estava próxima dele, ao passo que fazia uma breve reverencia. - Espero que meu pai e meu irmão não tenham entediado o senhor com assuntos políticos. - Sorriu de forma graciosa, os gestos delicados costumavam esconder a personalidade forte que possuía. - Tenho certeza que eles não se importarão se eu lhe roubar por alguns instantes. -  Em nada lhe agradava a ideia de conhecer o futuro marido sob os olhos atentos do pai.

Não esperou uma resposta afirmativa dos homens Farman, enlaçou o braço no do dornês e guio-o para fora do salão, mantendo-se em silencio durante o percurso. Até então, raptar seu noivo não estava em seus planos, não pensara em nada, sendo sincera, estava improvisando. Chegou, por fim, a um lugar conhecido, uma sala, nem de longe tão grande quanto a principal, mas aconchegante. A lareira estava sempre acessa, ainda que não estivesse frio, e não foi diferente naquela noite.

- Sabe jogar? - Dando fim ao próprio silencio, Esmesande perguntou, apontando para o tabuleiro numa mesa próxima a lareira. Se aproximou das chamas, observando-as por alguns segundos, antes de voltar os olhos claros para o dornês. - Se me permite perguntar, m'lorde, - O tom usado pela platinada indicava que não pedia realmente permissão. - Qual o motivo para buscar uma noiva tão longe? Não lhe agrada as mulheres fortes de Dornê?




Esmesande Farman
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