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Sons of Winter


[rp fechada/flashback] It's a boy!

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Mensagem por Asha Oakheart em Dom 2 Jun - 15:23:13

Roots strong
A RP começa com o post de Asha Oakheart,e conta apenas com a participação da mesma. Se passa no ano de 367, no Carvalho Velho, dias após o nascimento do irmão mais novo de Asha, e herdeiro de sua casa.




Asha Oakheart
Asha Oakheart
The Reach

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[rp fechada/flashback] It's a boy! Empty Re: [rp fechada/flashback] It's a boy!

Mensagem por Asha Oakheart em Dom 2 Jun - 15:31:28

All The King's Horses
and all the king's men

Asha repetiu tudo que havia lhe sido ensinado, por tantas vezes pelo seu primo ao decorrer dos anos, separou as pernas, endireitou a postura, sem tornar-se desconfortável, segurou o arco com a mão esquerda, abaixou o mesmo para o chão para encaixar a haste da flecha na rabeira da corda, mantendo o dedo indicador acima da flecha e os dedos médio e anelar abaixo, em seguida, levantou e posicionou seu arco, recolheu a mão que segurava a corda até seu rosto, mais especificamente abaixo de seu queixo, a ponto da mesma tocar em seus lábios. Respirou fundo, concentrando-se e soltou a flecha, a mesma fez seu trajeto, acertou o alvo, mas não fincou, caindo no chão, o que fez a garota soltar um suspiro decepcionado. Há muito não errava uma única flecha.

Vejo, milady, que não praticou na minha ausência. – Uma voz, vinda de trás da Oakheart sobressaltou-a.

Em qualquer parte de Wasteros, Asha reconheceria a voz. Seu adorado primo. O arco foi ao chão, e a nobre, esquecendo-se dos bons modos, lançou-se para cima de Sor Jorand. Pelos deuses, como havia sentido falta dele!  Há algumas luas o Oakheart sairá em direção ao norte, com o propósito de despojar uma nortenha, e, desde então, Asha não passou um único dia sem lamentar sua partida.

–  Seu tolo, senti sua falta. – Um tapa, fraco demais para sequer causar incomodo, foi dado no peito do cavaleiro, que não trajava sua costumeira armadura. Era Jorand o mais próximo de Asha dentro das paredes do castelo de Carvalho Velho, e sua ausência fora profundamente sentida por ela. – Como o norte é?

Gelado, como o esperado. – A resposta vaga fez com que a nobre revirasse os olhos azuis. – O sorriso de minha noiva, entretanto, é capaz de espantar qualquer frio. – O tom apaixonado usado pelo cavaleiro fez com que Asha suspirasse, feliz.

Ao que parece, a nortenha roubou seu coração. – Uma caricia foi feita no rosto másculo, antes que a jovem desse um passo para trás, assumindo uma expressão mais seria conforme o fazia. – Não estou enferrujada, Jorand, apenas avoada.

Falta de treino não era o problema de Asha, mesmo na ausência do primo, não deixará seu arco de lado, diariamente ia até os alvos e praticava, solitária. O que perturbava seu coração, sim, nublava sua mente e a impedia de executar bem suas funções.

A senhora minha mãe deu a luz. – A gravidez, descoberta antes que o primo partisse, havia chegado ao fim, a uma lua atrás. – Um menino, Jorand! – Seus olhos, sempre vivos e alegres, brilhavam com lagrimas contidas. O rosto permanecia impassível, a expressão calma. Isso Asha controlava com maestria, mas não seus orbes traiçoeiros. – Pelos sete, eu juro que amo aquele bebe como se tivesse saído de mim, mas queria que fosse uma menina. – A confissão foi feita em voz baixa, tanto que o cavaleiro precisou se aproximar da nobre para escutar. – Mal soube da notícia, de que tinha um herdeiro, e o senhor meu pai já enviava pergaminhos. Está aberta a temporada de caça, meu adorado primo, e o prêmio é minha mão. – Não deixou que as lagrimas transbordassem, ergueu o nariz e fungou.

Doce Asha, faltam-me palavras para descrever o quanto sinto por você. – Era para ele que a Oakheart abria o coração, era inevitável não tomar suas dores. – Queria poder fazer algo.

Não havia nada que Jorand pudesse faze, e ambos sabiam disso. Um silencio predominou entre os primos por alguns segundos, quebrado pela lady.

 Não irá adiantar lamentar minhas dores.–  Esfregou os olhos, espantando todos os resquícios das lagrimas que, teimosamente, permaneceram. – Mostrar que está errado, no entanto, me animara.

Apanhou, então do chão o arco que há pouco deixara cair, um sorriso, ainda que fraco, despontou em seu rosto, enquanto caminha até a linha vermelha, pintada no chão. Posicionada, repassou mentalmente tudo que havia sido escutado durante todos os anos que praticava. Seu olho dominante era o direito, logo usaria a mão esquerda para segurar o arco e a direita para encaixar a flecha e puxar a corda.

Afastou os pés ligeiramente, de forma que formassem uma linha reta até o alvo, pôs-se numa postura reta, porem relaxada, o que era essencial para todo o processo restante. Apontou o arco para o chão, posicionando a flecha, mantendo o dedo indicador acima da mesma e os dedos médio e anelar abaixo. Levantou o arco e manteve o braço que segurava o arco em direção ao alvo, puxar a mão que segura a corda até seu ponto de ancoragem, no seu caso, mantendo a mão direita abaixo do queijo queixo, de tal forma que a corda chegue a tocar seus lábios.

Prendeu a respiração, mirou no 'grande alvo amarelo', e relaxou os dedos, assim como Joran havia lhe ensinado tantas vezes, nada de soltar de supetão, devia existir delicadeza no movimento. Asha observou o trajeto da flecha, vendo- a acertar a rodela vermelha.

Podia fazer melhor.

Tendo isso em mente, não moveu-se, permanecendo na mesma posição, apenas levou sua mão direita a alijava em suas costas e dali tirou mais uma flecha, repetindo seus últimos movimentos mais nove vezes Desta vez, todas as flechas acertaram o círculo pintado de amarelo.

Andei praticando em sua ausência, amado primo. – Quando voltou o rosto para o mais alto, havia um sorriso verdadeiro nos lábios rosados.

Seu humor, mórbido demais nos últimos dias, começava a melhorar.

Asha Oakheart
Asha Oakheart
The Reach

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